
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

sábado, 23 de fevereiro de 2008
sábado, 16 de fevereiro de 2008
Universidade*
Portas, janelas e portões.
Minhas portas,minhas janelas e meus portões
E o de tantos outros.
Outros,tantos outros, com pensamentos parecidos com os meus
Nobres irmãos e irmãs que ainda quero ter o prazer
De conhecer a fundo,de me apegar profundamente.
Pelo meu bem, pelo bem de todos, pelo bem do mundo.
Universo maior que tudo e todos
Escancara portas, janelas e portões!
E como se agora eu chegasse em casa,
Tirasse os tênis e me jogasse despreocupadamente
Bem no meio do chão da sala,
Respirasse fundo e pudesse ser
Profunda energia absoluta.
Universo paralelo que abre minha mente,
Desperta meu espírito
Coloca tudo onde tudo sempre deveria estar.
Ao alcance de minhas mãos, nossas mãos
As mãos do mundo.
*Rodolfo é acadêmico do 1º ano de Letras Inglês
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

A todo o momento ouvimos falar que a bolsa despencou, que os investidores estão retirando o capital, que o risco-país subiu. Mas... até que ponto a bolsa de valor influi na vida de um nordestino? Será que quando a bolsa de valor sobe, chove no sertão do Piauí, ou da Bahia já que segundo o dirigente da Philips aqui do Brasil o Piauí não faria falta se deixasse de existir? Será que quando cai o governo inventa algum tipo de mudança maluca no curso de algum rio para atender aos interesses de grandes fazendeiros, com a desculpa de fazer o sertão virar mar?
O Brasil tem cerca de 14 milhões de pessoas que passam fome e cerca de 72 milhões de pessoas que vivem na miséria. Até que ponto a bolsa de valor faz o prato de alguma dessas pessoas se encher de comida? E até que ponto o contrário é que ocorre?
Diego Alexandre é acadêmico do 3º ano de Direito.(dieheralex@ig.com.br)

