Editorial da Edição 03
Esta semana vivemos um momento de crucial importância para o ensino superior no Brasil. Os decretos baixados pelo governador de São Paulo, José Serra, mostram com bastante clareza que basta baixarmos um pouco a guarda para que leis ditatoriais sejam postas em prática. A falta de autonomia é um problema que não pode, de forma alguma, afetar a universidade pública, pois é na universidade que surgem as idéias divergentes, e da divergência de idéias é que nasce o desenvolvimento. Quando todos concordam o que ocorre é estagnação.
A falta de professores agride diretamente nossa autonomia, assim como os decretos ditatoriais baixados pelo governador José Serra afetam os estudantes do Estado de São Paulo. Na verdade, ambos problemas atingem a sociedade de forma geral.
Se estes problemas afetam nossa sociedade, é nosso dever, como formadores de opinião - todo professor é um formador de opinião - lutar para que as futuras gerações não enfrentem os problemas que enfrentamos hoje.
O sistema educacional, da forma que existe hoje, é falho. A burocracia exagerada impede a autonomia necessária para o desenvolvimento que necessitamos. Desta forma precisamos de união, para lutar contra a burocratização, contra a mercantilização e contra a incompetência generalizada que existe no sistema educacional brasileiro.
Somos uma classe e precisamos de união (mesmo sem unaminidade) e de luta para transformarmos a sociedade em que vivemos numa sociedade mais justa, com real igualdade de possibilidades para todos que nela estão inseridos.
Esta semana vivemos um momento de crucial importância para o ensino superior no Brasil. Os decretos baixados pelo governador de São Paulo, José Serra, mostram com bastante clareza que basta baixarmos um pouco a guarda para que leis ditatoriais sejam postas em prática. A falta de autonomia é um problema que não pode, de forma alguma, afetar a universidade pública, pois é na universidade que surgem as idéias divergentes, e da divergência de idéias é que nasce o desenvolvimento. Quando todos concordam o que ocorre é estagnação.
A falta de professores agride diretamente nossa autonomia, assim como os decretos ditatoriais baixados pelo governador José Serra afetam os estudantes do Estado de São Paulo. Na verdade, ambos problemas atingem a sociedade de forma geral.
Se estes problemas afetam nossa sociedade, é nosso dever, como formadores de opinião - todo professor é um formador de opinião - lutar para que as futuras gerações não enfrentem os problemas que enfrentamos hoje.
O sistema educacional, da forma que existe hoje, é falho. A burocracia exagerada impede a autonomia necessária para o desenvolvimento que necessitamos. Desta forma precisamos de união, para lutar contra a burocratização, contra a mercantilização e contra a incompetência generalizada que existe no sistema educacional brasileiro.
Somos uma classe e precisamos de união (mesmo sem unaminidade) e de luta para transformarmos a sociedade em que vivemos numa sociedade mais justa, com real igualdade de possibilidades para todos que nela estão inseridos.
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