Estudantes protestam contra falta de professores
No último dia 23 vários estudantes da FAFIJA protestaram contra a falta de professores que vem ocorrendo desde o início de maio. Por volta das 19h cerca de 100 estudantes se reuniram em frente à Faculdade com faixas que questionavam o teste seletivo para contratação de professores colaboradores, a exclusão dos acadêmicos do processo de criação da universidade e apoio aos estudantes da USP e UNESP que lutam contra os decretos baixados pelo governador José Serra que tiram a autonomia das Universidades estaduais de São Paulo.
Após saírem em passeata dentro da faculdade, o vice-diretor Juarez Soares convidou os acadêmicos a se retirarem da instituição, caso contrário, seriam retirados pela polícia.
Na escadaria em frente à faculdade se deu a tão esperada declaração pública, onde Juarez explicou sobre o processo burocrático que a Faculdade precisa passar para a efetivação dos cargos. Em resposta aos estudantes, disse que as aulas seriam repostas assim que os novos professores assumissem seus cargos, e que esses cargos só deveriam ser preenchidos em agosto.
Mesmo depois de muita explicação as principais questões não foram respondidas: Quem foi o responsável pela elaboração do primeiro projeto, que foi considerado inconstitucional, por criar vinculo empregatício, já que os professores que já lecionavam não poderiam participar novamente do teste seletivo? Os elaboradores do projeto não conheciam a lei que proíbe a participação de colaboradores com mais de dois anos de cargo? Será que de dois em dois anos passaremos por isso novamente?
No último dia 23 vários estudantes da FAFIJA protestaram contra a falta de professores que vem ocorrendo desde o início de maio. Por volta das 19h cerca de 100 estudantes se reuniram em frente à Faculdade com faixas que questionavam o teste seletivo para contratação de professores colaboradores, a exclusão dos acadêmicos do processo de criação da universidade e apoio aos estudantes da USP e UNESP que lutam contra os decretos baixados pelo governador José Serra que tiram a autonomia das Universidades estaduais de São Paulo.Após saírem em passeata dentro da faculdade, o vice-diretor Juarez Soares convidou os acadêmicos a se retirarem da instituição, caso contrário, seriam retirados pela polícia.
Na escadaria em frente à faculdade se deu a tão esperada declaração pública, onde Juarez explicou sobre o processo burocrático que a Faculdade precisa passar para a efetivação dos cargos. Em resposta aos estudantes, disse que as aulas seriam repostas assim que os novos professores assumissem seus cargos, e que esses cargos só deveriam ser preenchidos em agosto.
Mesmo depois de muita explicação as principais questões não foram respondidas: Quem foi o responsável pela elaboração do primeiro projeto, que foi considerado inconstitucional, por criar vinculo empregatício, já que os professores que já lecionavam não poderiam participar novamente do teste seletivo? Os elaboradores do projeto não conheciam a lei que proíbe a participação de colaboradores com mais de dois anos de cargo? Será que de dois em dois anos passaremos por isso novamente?
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