Fafija não faz prestação de contas
Todas as instituições públicas devem apresentar suas contas de forma clara e objetiva. As prefeituras são obrigadas a publicar em jornais de circulação regional todos seus gastos e arrecadações. As escolas públicas publicam em editais que são fixados em seus corredores até mesmo quanto é gasto em papel higiênico dentro da escola. Isto ocorre para que não haja dúvidas quanto a desvio de verbas e má administração. Qualquer cidadão tem o direito de requerer a prestação de contas de uma instituição pública.
No último dia 18 de maio os acadêmicos Náyra Heloyze e Newton Benetti protocolaram na secretaria da Fafija um pedido de prestação de contas de verbas e despesas da instituição, já que a mesma não realiza a prestação de contas nem em mural nem mesmo em jornais de circulação local. Depois de dois dias, no dia 20 de maio, receberam uma resposta, assinada pela diretora da Instituição, Ilca Maria Setti, dizendo que a prestação de contas (de acordo com o regimento interno da Fafija) só é apresentada na reunião de Congregação, e a reunião iria ocorrer no dia 29 de junho. Desta forma o protocolo de prestação de contas foi indeferido.
Porém, durante a reunião de Congregação não houve prestação de contas. Assim abre se espaço para questionamentos: Para onde está indo o dinheiro da Faculdade? Quanto a Faculdade arrecada com certificados e certidões que segundo a Constituição Federal, artigo 5º, inciso XXXIV, deveriam ser distribuídos gratuitamente?
Dentro da prestação de contas das Universidades estaduais e federais do país existe também o quadro de funcionários, onde é descrito, cargo a cargo, todos os funcionários da instituição. E na Fafija? Como é o quadro de funcionários e estagiários? Será que o nepotismo impera dentro de nossa instituição?Será que os funcionários são contratados por grau de parentesco, e não por capacidade?
Questionamentos como esses só são levantados porque não existe prestação de contas pública dentro da instituição. E geram dúvidas que não deveriam existir se houvesse transparência nas contas da Faculdade. Desta forma porque não fazer a prestação de contas e deixar tudo às claras? Será que existe alguma coisa errada com as contas da faculdade e por isso a prestação de contas não é feita?
Todas as instituições públicas devem apresentar suas contas de forma clara e objetiva. As prefeituras são obrigadas a publicar em jornais de circulação regional todos seus gastos e arrecadações. As escolas públicas publicam em editais que são fixados em seus corredores até mesmo quanto é gasto em papel higiênico dentro da escola. Isto ocorre para que não haja dúvidas quanto a desvio de verbas e má administração. Qualquer cidadão tem o direito de requerer a prestação de contas de uma instituição pública.
No último dia 18 de maio os acadêmicos Náyra Heloyze e Newton Benetti protocolaram na secretaria da Fafija um pedido de prestação de contas de verbas e despesas da instituição, já que a mesma não realiza a prestação de contas nem em mural nem mesmo em jornais de circulação local. Depois de dois dias, no dia 20 de maio, receberam uma resposta, assinada pela diretora da Instituição, Ilca Maria Setti, dizendo que a prestação de contas (de acordo com o regimento interno da Fafija) só é apresentada na reunião de Congregação, e a reunião iria ocorrer no dia 29 de junho. Desta forma o protocolo de prestação de contas foi indeferido.
Porém, durante a reunião de Congregação não houve prestação de contas. Assim abre se espaço para questionamentos: Para onde está indo o dinheiro da Faculdade? Quanto a Faculdade arrecada com certificados e certidões que segundo a Constituição Federal, artigo 5º, inciso XXXIV, deveriam ser distribuídos gratuitamente?
Dentro da prestação de contas das Universidades estaduais e federais do país existe também o quadro de funcionários, onde é descrito, cargo a cargo, todos os funcionários da instituição. E na Fafija? Como é o quadro de funcionários e estagiários? Será que o nepotismo impera dentro de nossa instituição?Será que os funcionários são contratados por grau de parentesco, e não por capacidade?
Questionamentos como esses só são levantados porque não existe prestação de contas pública dentro da instituição. E geram dúvidas que não deveriam existir se houvesse transparência nas contas da Faculdade. Desta forma porque não fazer a prestação de contas e deixar tudo às claras? Será que existe alguma coisa errada com as contas da faculdade e por isso a prestação de contas não é feita?
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